O Projeto Defendendo Vidas e Garantindo Direitos Expropriados surge em 2015, a partir de uma articulação entre entidades como a SMDH, a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), com apoio da Misereor. Sua criação está diretamente relacionada ao aumento da violência no campo e na cidade e ao crescimento da extrema direita no Brasil. Com ações presenciais e virtuais nos estados de Rondônia, Amazonas, Roraima, Amapá, Alagoas e Distrito Federal, a proposta articula a proteção popular como estratégia de enfrentamento às ameaças, promovendo a superação do isolamento, a análise crítica das estruturas de poder e a construção de respostas coletivas em rede. O projeto atua no fortalecimento de defensoras e defensores de direitos humanos, organizações da sociedade civil e movimentos sociais, com foco em territórios vulnerabilizados por conflitos fundiários e violações sistemáticas de direitos humanos. A metodologia do projeto envolve oficinas, rodas de conversa, articulações interinstitucionais e atividades formativas que promovem a conscientização política, o fortalecimento das redes locais e a denúncia de violações.
Militantes, lideranças comunitárias e dirigentes de OSCs, incluindo:





